segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Fins de semana gastronómicos - Press Trip


Amarante, a Doce


Nos dias 13 e 14 de janeiro, o Turismo do Porto e Norte de Portugal levou-nos a conhecer o Município de Amarante. Amantes do bom garfo (e de um bom copo), fomos conquistados pelos irresistíveis doces conventuais e pelo cabrito assado, entre outras iguarias gastronómicas e vinícolas. Os produtos endógenos e os sabores tradicionais dos ingredientes locais e genuínos que caracterizam a região, conquistaram-nos totalmente.


                               

A visita teve início no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas colecções permanentes deste autor assim como de outros artistas.
A primeira visita do dia foi ao Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas coleções permanentes deste autor assim como de outros artistas. E há estátuas ligadas à história da terra: “Amarante é também povoada por algumas lendas e estórias, destacando-se entre elas, a do Diabo e a Diaba” – saiba mais aqui. Até março, podem visitar as obras que pertencem aos participantes do 11º Grande-Prémio Amadeo de Souza-Cardoso.

Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2018/01/15/fins-de-semana-gastronomicos-em-amarante-2018/
A primeira visita do dia foi ao Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas coleções permanentes deste autor assim como de outros artistas. E há estátuas ligadas à história da terra: “Amarante é também povoada por algumas lendas e estórias, destacando-se entre elas, a do Diabo e a Diaba” – saiba mais aqui. Até março, podem visitar as obras que pertencem aos participantes do 11º Grande-Prémio Amadeo de Souza-Cardoso.

Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2018/01/15/fins-de-semana-gastronomicos-em-amarante-2018/
A primeira visita do dia foi ao Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas coleções permanentes deste autor assim como de outros artistas. E há estátuas ligadas à história da terra: “Amarante é também povoada por algumas lendas e estórias, destacando-se entre elas, a do Diabo e a Diaba” – saiba mais aqui. Até março, podem visitar as obras que pertencem aos participantes do 11º Grande-Prémio Amadeo de Souza-Cardoso.

Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2018/01/15/fins-de-semana-gastronomicos-em-amarante-2018/
A primeira visita do dia foi ao Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas coleções permanentes deste autor assim como de outros artistas. E há estátuas ligadas à história da terra: “Amarante é também povoada por algumas lendas e estórias, destacando-se entre elas, a do Diabo e a Diaba” – saiba mais aqui. Até março, podem visitar as obras que pertencem aos participantes do 11º Grande-Prémio Amadeo de Souza-Cardoso.

Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2018/01/15/fins-de-semana-gastronomicos-em-amarante-2018/

A primeira visita do dia foi ao Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, onde podem ser vistas coleções permanentes deste autor assim como de outros artistas. E há estátuas ligadas à história da terra: “Amarante é também povoada por algumas lendas e estórias, destacando-se entre elas, a do Diabo e a Diaba” – saiba mais aqui. Até março, podem visitar as obras que pertencem aos participantes do 11º Grande-Prémio Amadeo de Souza-Cardoso.

Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2018/01/15/fins-de-semana-gastronomicos-em-amarante-2018/
De seguida tivemos a oportunidade de assistir a um Workshop de doces conventuais e degustação dos mesmos, na Confeitaria da Ponte, onde se confeccionam lérias, foguetes, papos de anjo, brisas do Tâmega e bolos de S. Gonçalo.
A pensar em vocês, como sempre, filmei um pouco desta feliz experiência e partilho convosco aquilo que vi. Ainda estou incrédula pelo privilégio de ter entrado naquela cozinha! E grata, para sempre.





Em simultâneo estava a decorrer uma conferência sobre "Doces conventuais e os seus segredos", com a presença de Cristina Castro, autora da colecção "A Doçaria Portuguesa", Isabel Maria Fernandes, directora do Museu de Alberto Sampaio, Paço dos Duques de Bragança e Castelo de Guimarães, e da investigadora Anabela Ramos. Tive pena de não poder estar em ambos os sítios, mas felizmente ainda foi possível assistir a uma demonstração prática do fabrico dos doces e participar na degustação. Este evento decorreu no auditório da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (antigo Mosteiro de Santa Clara), no Largo de Santa Clara.

Mais uma vez fiz questão de gravar, para poder mostrar-vos. Assistam ao vídeo até ao final e deliciem-se (não digo porquê, senão perde a graça).


 
“S. Gonçalo de Amarante
Tantos milagres fazeis
Que são mais milagres vossos
Estes doces e pasteis”

Informação e receitas em: http://www.cm-amarante.pt/pt/doces-conventuais


Pensavam que tínhamos ficado "por ali" no que toca a comida? Não, não ficamos!

Rumamos ao hotel onde ficamos alojados, para nos prepararmos para o jantar. A nós coube ficar instalados no centro da cidade, no renovado Hotel Navarras, sendo que parte da equipa de jornalistas/imprensa ficou alojada no novo Des Arts Hostel and Suites.

Por volta das 20:00 vieram buscar-nos ao hotel e levaram-nos a jantar ao restaurante Taberna do Coelho e digo-vos: que manjar!


De entrada serviram-nos queijos, presunto, salpicão, e uma tábua como a que vêm na foto: bola de carne, rissóis, bolinhos de bacalhau, croquetes, pataniscas, verde (feito com sangue, tipo papas de sarrabulho, mas mais consistente), azeitonas e chouriça assada com grelos salteados. (Até suspiro só de me lembrar o bom que isto estava).






Mas não foram só as entradas a fazer um brilharete, pois estava tudo muito bem cozinhado.  


O prometido cabrito assado estava divinal. E acreditem que estava mesmo! Tanto, que à minha frente jantava alguém que se converteu (isto é a maior prova de que estava excepcional). Começou por dizer que não gostava de cabrito, depois provou e acabou a dizer que adorava. :)

Eu é que adoro quando isto acontece!




 

"Desde os caminheiros fatigados de outros tempos aos amantes do bom garfo dos nossos dias, o cabrito assado faz de Amarante um ponto de paragem obrigatório. Os segredos multiplicam-se na preparação deste prato, no entanto, pode revelar-se os ingredientes básicos que o sublimam, nomeadamente alho, louro, salsa, pimentão-doce, vinho branco e o repouso do cabrito até ao dia seguinte.
“Deitado numa cama” de cebola, azeite, sal e alho, acrescentam-se as batatas e as partes finas do cabrito (costelas) e corrige-se o molho. Já na reta final, um toque de tostado em todos os ingredientes - conquistado no forno - denuncia que a assadeira está pronta a ir para a mesa."
informação: http://www.cm-amarante.pt/pt/cabrito-assado-serrano

 

 E agora de que estais à espera? Ide!

 

Amarante

Bastar-lhe-ia a doçura para nos fazer desejar visitá-la, mas há imensos motivos para o fazermos: História, cultura, gastronomia, religião, beleza paisagística, festividades... e os amarantinos.



O único remédio é amar. Amar as coisas e amar as pessoas, amar as cores, as mutações da hora, o ciclo das estações, amar o tempo de ser, de lembrar, de colher
                 Histórias de poucas palavras, Maria Eulália Macedo

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Rabanadas ou Fatias-de-paridas



O natal que tarda em ir!


Bem sei que por esta altura, a maioria, ainda se queixa do excesso de doces que comeu nesta época natalícia e há quem jure fazer dieta até perder os quilos que ganhou (nos últimos dez natais).

Mas, este ano, por aqui, o natal instalou-se como não acontecia há muito e mantém-se, sem que me apeteça mandá-lo já embora. Um pouco por preguiça, mas sobretudo para fazer durar o gostinho que me tem dado estar em "modo natal".

E é por andar assim e pela minha, mais ou menos recente, paixão por rabanadas que vos trago esta receita.




(...)

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher.

Poema de Ary dos Santos

 

 

Ingredientes:

  • 1 pão de véspera (cacete* ou pão de forma)
  • 3 dl de leite
  • 3 ovos 
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 pau de canela
  • 1 casca de limão (só a parte amarela, fininha)
  • óleo para fritar
  • q.b. de açúcar e canela para polvilhar


Obs.: Usei 3 moletes (conhecidos por outros nomes noutras regiões, como: pão, carcaça, bijou, papo-seco, trigo, pãozinho, vianinha, pãozinho francês, etc.)

Preparação:


Leve o leite a ferver com duas colheres de sopa de açúcar, a casca de limão e o pau de canela.
Bata os ovos muito bem, de modo que a clara fique imperceptível.
Corte o pão em fatias com cerca de 1,5 cm e passe-as primeiro pelo leite e depois pelo ovo batido. Frite-as em óleo bem quente e escorra-as um pouco sobre papel absorvente ou sobre um pano.
Coloque-as num prato ou travessa, polvilhadas com açúcar e canela.


NOTA: Deixe o pão embeber-se bem no leite para que a rabanada não fique seca no meio, tendo cuidado para o pão não se desfazer. (O uso de uma espátula ajuda bastante neste processo)



sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Bolo de coco com creme de coco

 

Noite de Reis

 

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura


Natal Dos Simples - Zeca Afonso

 

 

E o que seria da festa sem um doce? 

 

Bolo de coco com creme de leite de coco

 

Ingredientes:



bolo

  • 3 ovos
  • 2 chávenas de açúcar
  • 1 chávena de leite
  • 1/2 chávena de óleo girassol
  • 100 g de coco ralado
  • 2 chávenas de farinha para bolos
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • q.b. de coco desidratado para a cobertura (na falta deste, usar coco ralado)


creme de coco

  • 200 ml de leite de coco
  • 1 colher de sopa (rasa) de amido de milho 
  • 1 colher de sopa de açúcar

 

Preparação:


No liquidificador, bata os ovos, o óleo, o açúcar e o leite.
Verta a massa numa taça e envolva, aos poucos, o coco, a farinha de trigo e o fermento peneirados.
Despeje a massa numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Leve ao forno pré-aquecido a 180º C por 40 minutos (ou até estar cozido - testar com um palito).


creme de coco


Coloque, numa caçarola, o leite de coco, o açúcar e o amido de milho. Mexa até que esteja bem dissolvido e leve ao lume, mexendo sempre, até ferver.

Verta o creme sobre o bolo, ainda quente, e polvilhe com as raspas de coco.


Obs.: Se não tiverem liquidificador podem bater o bolo com a batedeira, pela seguinte ordem: bater as gemas com o açúcar, juntar o leite, depois o óleo. Adicionar o coco, a farinha peneirada e envolver as claras batidas em castelo.